Rótulos e mais rótulos Já disse coisas sem pensar. Já falei tudo o que pintou na cabeça. Já estive com razão e a perdi por falar sem medida. Isso não significa que eu seja inconseqüente ou estressada o tempo todo. Pelo contrário, creio que na maior parte do tempo eu seja uma pessoa alegre, cheia de vida e energia. E reconhecer fraquezas não me deixa envergonhada. Quem nunca teve seus chiliques atire a primeira pedra! Até o Dalai Lama deve ter seus conflitos.
O complicado é saber que grande parte das pessoas tende a rotular os outros por um ou outro episódio. E aí surgem as etiquetas de “folgado”, “consumista”, “puxa-saco”, “cdf”, “arroz de festa” e “impulsivo”, entre tantas que posso listar. Mas ninguém é assim ou assado o tempo todo. Além do que qualquer ser humano pode evoluir, ampliar seus horizontes e mudar de vida. E com essas máscaras que vestimos nos outros perdemos de conhecer a verdadeira essência das pessoas.
Virtudes e imperfeições todos nós temos. Como já disse Caetano, de perto ninguém é normal. A propósito, desculpe a indiscrição, mas sempre achei que você tinha cara de... Ops! Acho que está na hora de dar uma passadinha no espelho pra olhar meu umbigo.
Para falar com a Roberta ou deixar um comentário
sobre o que você acabou de ler, clique aqui.
|